João olhou para a mão estendida de Elara, para os olhos dela, que imploravam por compreensão. A raiva ainda borbulhava em seu peito, mas a dor e a sinceridade na voz de Elara começavam a corroer sua resistência. Ele amava aquela mulher mais do que tudo, e vê-la tão desesperada, tão dividida, era um tormento. A ideia de um alienígena, de um trisal, ainda era absurda, uma afronta à sua lógica e aos seus valores. Mas a paixão de Elara pela ciência, sua busca incessante pela verdade, era algo que e