A lua cheia ainda reinava no céu quando Kael acordou, o calor do corpo de Lírica confortando-o. O cheiro dela misturava-se ao aroma da floresta, e por um instante, ele se permitiu esquecer a guerra e o sangue que ainda manchava o solo. Mas a realidade logo o alcançou.
Ele deslizou os dedos pela pele dela, observando seu rosto sereno enquanto dormia. Lírica era sua força, sua âncora. Mas o que havia acontecido com Gregor não parecia um fim definitivo. Algo dentro dele murmurava um aviso sombrio.