A brisa fria da noite envolvia Kael e Lírica quando saíram da caverna. O silêncio era quase esmagador, interrompido apenas pelo farfalhar das árvores ao redor. Cada passo de Kael parecia mais firme, como se ele estivesse finalmente completo.
Malthus os esperava do lado de fora, os olhos estreitados em avaliação.
— Então? — O mago perguntou. — Você venceu?
Kael expirou devagar.
— Não era uma luta para ser vencida. Era para ser compreendida.
Malthus arqueou uma sobrancelha, mas um brilho de aprov