A lua cheia brilhava intensamente no céu, mas algo estava diferente. Uma sombra crescente começou a engoli-la, tingindo-a com uma tonalidade rubra como sangue. O vento na floresta uivava, carregando consigo um presságio sombrio.
Kael e Lírica, ainda ofegantes após os eventos da noite anterior, observavam o céu com apreensão. Ambos estavam cientes de que o eclipse não era um fenômeno natural, mas um sinal de que algo grandioso — e perigoso — estava se aproximando.
— O que significa isso? — Pergu