104 Renascimento da Resistência
O sol já estava alto quando Helena abriu os olhos.
A claridade atravessava as cortinas do quarto improvisado do hospital.
O cheiro de desinfetante era forte, mas o que mais a incomodava era o silêncio.
Silêncio de algo que terminou — ou estava apenas começando.
Na mesinha ao lado da cama, havia um copo d’água e uma pequena flor deixada por Miguel.
Ela tocou o papel preso ao copo.
“Você sobreviveu. Agora é hora de lutar. — M.”
As palavras eram simples, mas carrega