Angeline acordou e abriu os olhos devagar, ainda sonolenta. A luz azulada do início da noite entrava pelas frestas da janela. A mansão estava silenciosa, tão silenciosa que ela quase podia ouvir a própria respiração.
Sentou-se na cama e bocejou.
— Ainda com sono? Ouviu Dante perguntar, sua voz grave vindo da porta.
Ela sorriu de leve, meio preguiçosa:
— Não… só preguiça mesmo. Dormi demais. Você podia ter me acordado.
— Você precisava descansar. Ele disse, aproximando-se. — Foram dias difíceis…