Enquanto isso, na mansão Conti, Angeline rolava de um lado para o outro tentando dormir, mas estava preocupada com Dante. “O que você está fazendo?”. Murmurou, olhando para a noite escura do lado de fora.
Sentou-se na cama. O celular estava na mesa de cabeceira; ela o pegou e ficou olhando para ele. Lembrou-se da perseguição em Estrasburgo… Não eram somente os homens de Marco que estavam atrás deles. Alguém estava atrás de Dante também, pois ele a deixou na avenida para pegar um táxi e depois apareceu ferido… O coração dela se apertou. Ele com febre… ela fazendo o curativo e o beijo logo depois…
Ela não conseguia esquecer os dias que passou com ele. Era tudo intenso… e, ao mesmo tempo, tranquilo, natural. Um sorriso surgiu em seus lábios, mas logo se apagou. O que Dante fazia na empresa de Marco? Como ele conseguiu entrar? Fora lá tirar satisfação pela perseguição? Negócios? Dante disse que tinha negócios em Verona, mas era com Marco? Aquelas perguntas ficavam indo e vindo em sua ment