Dante estava no escritório, olhando pela janela. Lá fora, Angeline estava no quintal, sentada em uma espreguiçadeira, o celular na mão. O telefone de Dante começou a tocar. Ele o pegou e, ainda observando a cena do lado de fora, atendeu.
— Sim.
— O pai da garota apareceu aqui. Saiu há pouco. Disse o gerente do hotel, onde Angeline estava trabalhando, Dante havia falado com ele, sobre o ocorrido e pedido, na verdade, negociado seu silêncio e colaboração.
— O que ele queria?
— Saber se Angeline h