52-" Não sei fazer nada."

Em Verona, Marco recebia a notícia de que Angeline havia sido salva por um homem desconhecido. Um dos seus homens ficara ferido, e o carro deles estava sem condições, não conseguiram ir atrás dela.

Marco socou a parede com força e, num acesso de fúria, varreu tudo que estava sobre a mesa.

Dante, a princípio, ia parar em Lucerna, mas desistiu. Dirigiu a noite toda. Já era madrugada quando Angeline acordou. Ela piscou algumas vezes, olhando pela janela, o sol logo surgiria.

— Onde estamos? Eu…

— Dormiu. Dante a interrompeu, irônico.

— Desculpe.

— Pelo quê?

— Por não te fazer companhia.

— Ah, você fez. Dormindo você me dá menos trabalho.

— Você é muito ingrato! Ela reclamou.

Dante riu, um riso divertido.

— Estamos chegando em casa. Está com fome?

— Onde estamos?

— Quase em Milão.

— Você dirigiu a noite toda?

— Sim.

— Você vai me levar a Verona? Angeline o encarou.

Dante desviou o olhar da estrada e encontrou os olhos dela.

— Está ansiosa para voltar para o seu noivo?

— Eu…

— Não vou dev
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