Angeline estava exausta, mas o desespero lhe dava forças. Debatia-se como podia. Mordeu a mão do homem, sentindo o gosto de sangue; ele gritou e a soltou por um segundo, tempo suficiente para ela tentar escapar. Mas o outro a agarrou pelas costas, prendendo-a contra o peito.
Do outro lado da cidade, Dante parou o carro na sombra de um galpão abandonado. Desceu com um movimento rápido, atento ao menor som. No píer, silhuetas se mexiam entre as pilhas de caixas. Ele puxou a pistola e a armou, o c