O traje de Dante estava levemente desajustado; a gravata borboleta já pendia torta. Por entre ele, Sofi conseguiu ver as pernas de Angeline sobre a cama e seus sapatos jogados no chão.
— Dante… não tem ninguém em casa, eu não quero ficar sozinha… Ela disse, fingindo fragilidade e medo. Mas, de certa forma, estava mesmo sentindo medo: a simples possibilidade de Dante fazer amor com Angeline reduzia cada vez mais a chance de estar com dele.
— Sofi, estamos aqui. E tem muitos seguranças. Não há o