Dante mergulhou nos olhos claros dela; seus lábios suculentos eram tentadores.
— Eu sei? O que eu sei, senhorita Conti?
— Que você me trouxe para cá… eu não pedi...
— É verdade. E sabe o que isso quer dizer?
— Não… eu… Ela não conseguia falar.
— Que se eu te trouxe, logo você só pode ir quando eu deixar. A voz de Dante era baixa, sedutora.
— Por quê isso?
— Porque eu quero.
— Porque você quer? Angeline repetiu, achando um absurdo. — Porque você quer eu tenho que ficar e te seguir? O que pensa