Perdida em seus pensamentos, Angeline acabou pegando no sono.
Dante continuou ajudando no salão, mas seus olhos estavam sempre em Sofi.
Quando chegou a hora do almoço, ele subiu a escada e abriu a porta do quarto devagar. Angeline estava sentada na cama, encostada nas almofadas, a mão ferida apoiada sobre o corpo.
Ele entrou, encostando a porta com cuidado. Tocou a mão dela, ainda um pouco vermelha, mas sem inchaço.
Angeline acordou de sobressalto, puxando a mão.
— Eu… Ela tentou falar, mas per