A palavra ecoou dentro do carro, densa e definitiva.
— Estou? Ela repetiu, incrédula.
Angeline ficou alguns segundos em silêncio, tentando assimilar o que ouvira. Então, sem pensar, levou a mão à maçaneta.
— Você enlouqueceu! Gritou, tentando abrir a porta.
Dante imediatamente reduziu a velocidade, mas não olhou para ela. Apenas murmurou, a voz fria e controlada:
— Se abrir essa porta em movimento, vai se machucar. E eu não pretendo passar o dia em um hospital por sua causa.
— Você é um idiota!