Eles se amaram depois de tudo o que haviam atravessado. A iminência constante da perda apenas lhes ensinara o quanto o tempo juntos era precioso — e irrecuperável.
De roupão, estavam deitados na cama. A brisa entrava pela janela aberta, suave. Angeline repousava a cabeça no peito de Dante, enquanto ele acariciava seus ombros e seus cabelos com gestos lentos, quase distraídos.
— Vou ver o que tem na cozinha e preparar algo para você — disse ele. — Por que não descansa um pouco?
Angeline se mexeu