Angeline segurou o braço de Dante e esboçou o sorriso mais bonito que conseguiu. À porta estavam Sofi e Luca.
— Dante? Sofi reagiu, surpresa. — Não sabia que Angeline estava em Liège.
— Como vai, Sofi? Angeline perguntou, estendendo a mão com naturalidade.
— Vou bem. Respondeu ela, mas seus olhos buscaram imediatamente Dante, que cumprimentava Luca com um aperto de mão firme.
— Cheguei ontem. Completou Angeline.
— Seja bem-vinda. Disse Sofi, forçando um sorriso que não alcançou os olhos.
— Obri