Angeline segurou o braço de Dante e esboçou o sorriso mais bonito que conseguiu. À porta estavam Sofi e Luca.
— Dante? Sofi reagiu, surpresa. — Não sabia que Angeline estava em Liège.
— Como vai, Sofi? Angeline perguntou, estendendo a mão com naturalidade.
— Vou bem. Respondeu ela, mas seus olhos buscaram imediatamente Dante, que cumprimentava Luca com um aperto de mão firme.
— Cheguei ontem. Completou Angeline.
— Seja bem-vinda. Disse Sofi, forçando um sorriso que não alcançou os olhos.
— Obrigada. Respondeu Angeline, devolvendo o sorriso e, por um breve instante, encontrando o olhar de Dante.
Durante o almoço, tudo pareceu cordial. Conversas superficiais, comentários neutros, nenhum assunto que pudesse tocar em interesses sensíveis. Ainda assim, sob a aparência educada, os olhares e os pensamentos seguiam caminhos bem diferentes.
Logo após a refeição, as mulheres se acomodaram no jardim para o chá. O ambiente era agradável demais para o que se passava por dentro de cada uma.
No escr