Angeline sentiu o coração querer saltar do peito. Em meio aos cacos de vidro espalhados pelo chão, seus dedos se moveram à procura da alça da bolsa, puxando-a devagar, sem desviar o olhar de Marco.
Então seus olhos escorregaram para além dele.
Luigi estava de joelhos, alguns passos atrás. Um dos homens de Marco mantinha a arma apontada para sua cabeça. Ele parecia ferido, um filete de sangue escorria da têmpora até o queixo.
— O que você quer comigo, Marco? Angeline perguntou, a voz tensa. — D