Dante e Angeline seguiram em silêncio. Ele a observava de canto de olho; ela mantinha o olhar fixo na paisagem além da janela.
Dante quebrou o silêncio assim que o carro parou diante do restaurante.
— Você sabe que não precisa fazer isso. E se… se quiser, posso deixá-lo ir.
— Não. Isso é comigo. Eu quero fazer.
Ela virou-se levemente em sua direção.
— Ele merece. Disse ela. — Não estou fazendo nada de errado, nem sendo desleal. Não tenho culpa da incompetência dele e agora ele sabe disso.
— Se