Renata
Ana dirigia em silêncio no começo, mas eu sabia que ela estava só… segurando. Quando virou a esquina da minha rua, ela soltou um suspiro tão fundo que quase riu depois.
— Renata… ela me lançou um olhar rápido, cheio de curiosidade reprimida. Eu tô tentando respeitar seu momento, mas você vai ter que falar alguma coisa. Porque você saiu daquela festa andando… diferente.
Eu levei a mão ao rosto, sentindo o calor subir pelas bochechas.
— Ana… eu… eu nunca imaginei que fosse fazer o que eu