Há três meses estou aqui, nesta pequena e modesta cidade da Grécia, onde leciono idiomas para um grupo seleto de alunos curiosos. O lugar é tranquilo, quase bucólico, com ruas de pedra, varandas floridas e cafés onde os moradores se cumprimentam pelo nome. Mas mesmo em meio a tanta beleza, minha alma parece sempre incompleta. Desde que Giovanni partiu, um vazio se instalou dentro de mim - silencioso, constante. Como uma sombra que me segue, mesmo sob o sol mais claro.
Ele prometeu que voltaria.