Mundo ficciónIniciar sesiónEu estava sentada no banco de couro macio do jatinho particular, as mãos apertadas no colo, unhas cravadas nas palmas para não tremer. O ronco dos motores era baixo, quase reconfortante, mas nada conseguia acalmar o pânico que subia pela minha garganta.
Já tínhamos decolado há cinco minutos. O céu lá fora era um breu absoluto, pontilhado por luzes distantes da cidade que ficava cada vez mais para trás.







