Sentada na sala de espera do hospital, a angústia me corroía. A cirurgia de transplante de coração da minha irmã estava em andamento, e a cada minuto que passava, a preocupação aumentava. Kim, minha amiga, me fazia companhia, repetindo insistentemente: "Vai ficar tudo bem!", mas as suas palavras soavam ocas diante da imensidão do meu medo. Havia avisado meu pai, mas ele, como sempre, estava "ocupado". Horas depois, o vi num bar com os amigos, e a decepção me atingiu com força. Como ele hav