Arthur
O rosnado ainda ecoava nas paredes quando Priscila saiu correndo pela porta da sala de jantar. O cheiro dela, misturado à arrogância e ao perfume barato que sempre usava para tentar nos seduzir, impregnou o ambiente como veneno. Eu estava respirando pesado, o peito arfando de raiva. A cada batida do meu coração, eu sentia a fúria crescer, como se algo em meu interior exigisse que ela fosse punida de maneira exemplar.
Apolo se aproximou de Mara, os olhos suplicantes, tentando acalmar a co