A noite parecia normal para quem a via da janela da mansão, mas para Sebastian… nada era normal desde que seu corpo deixou de ser completamente humano. Desde que aquela presença se instalou na escuridão da sua mente, nada era silencioso, nada era calmo, nada era só dele.
A lua estava alta quando ele chegou ao topo daquela colina, alguns metros além das fronteiras da alcateia. Dali, ele via tudo: a movimentação dos guardas, o brilho das fogueiras, e, principalmente… ela.
Mara.
A luz prateada ain