Ponto de Vista de Mara
Acordei sozinha.
O primeiro impulso foi estender a mão, tateando o espaço quente que normalmente pertencia a um deles. Nada. Apenas os lençóis levemente amarrotados e o cheiro deles ainda impregnado no quarto — Apolo à esquerda, Arthur à direita. O ar carregava essa marca invisível, íntima, que só eu parecia perceber.
Meu corpo doía.
Não como depois de uma batalha, nem como após uma noite intensa. Era um desconforto diferente. Profundo. Como se algo estivesse se reor