Ponto de Vista de Apolo
Eu não consegui dormir depois da marcação.
Mara repousava entre nós, respirando de forma calma demais para alguém que carregava dentro de si o peso de uma deusa desperta. Arthur também dormia, exausto, como se o corpo dele tivesse finalmente cedido depois de dias vivendo em alerta constante. Mas eu não.
Fiquei encarando o teto, sentindo a marca que deixei nela pulsar em mim também.
Porque ninguém nunca fala a verdade sobre uma marca.
Ela não prende apenas quem é mar