Ponto de Vista de Mara
A viagem de volta para a nossa alcateia foi silenciosa.
Silenciosa até demais.
Apolo dirigia com um sorriso que insistia em aparecer toda vez que olhava para mim pelo retrovisor.
Arthur estava ao meu lado, segurando minha mão durante quase todo o caminho.
De vez em quando, um dos dois acariciava distraidamente minha barriga, como se o simples toque pudesse confirmar que aquilo era real.
E talvez fosse exatamente isso.
Ainda parecia um sonho.
Ou um milagre.
Ou os