Capítulo 175
Hugo Lindström
Raiva não era uma emoção rara para mim.
Era uma ferramenta.
Eu sabia usar. Sabia controlar. Sabia quando ativar e quando guardar.
Mas aquilo… aquilo não era só raiva.
Era incredulidade.
Ninguém. Absolutamente ninguém jamais tinha me rejeitado antes.
Não mulheres acostumadas ao poder.
Não mulheres que sabiam exatamente quem eu era.
Não mulheres que entendiam o que significava estar ao meu lado.
E, ainda assim, aquela italiana tinha dito não.