Nayla
Na noite anterior, depois de sair do banheiro, comi o lanche em silêncio. Escovei os dentes, deitei-me ao lado de Adir e, sem dizer uma única palavra, adormeci. Foi um sono tranquilo, ainda que demorado. Minha mente insistia em revisitar pensamentos que eu tentava afastar.
Eu estava me apegando a um homem que só se aproximara de mim por causa da dívida do meu irmão. Um homem poderoso, cercado de atenção, acostumado a não se explicar. E, ao mesmo tempo, eu me tornava alvo das mulheres que