O peso sobre o meu peito não era o familiar e reconfortante calor dos músculos de Soren. Era algo muito mais denso, sufocante e felpudo.
O som que me despertou do sono profundo não foi a respiração compassada do Rei do Norte, mas um rosnado baixo, vibrante e animalesco que fez os ossos da minha caixa torácica tremerem.
Abri os olhos devagar, a mente ainda enevoada pela madrugada. A pouca luz da lareira desenhou uma silhueta colossal pairando exatamente sobre mim.
O meu coração parou. A respiraç