O Salão de Banquetes nunca esteve tão vivo desde que pisei na Fortaleza de Obsidiana.
Kael provou ser um anfitrião formidável. O banquete que ele ordenou em homenagem às Casas visitantes era uma explosão de calor, música e fartura. As imensas lareiras rugiam, lançando faíscas alaranjadas em direção ao teto abobadado, enquanto os músicos da corte tocavam tambores de couro e alaúdes rústicos num ritmo contagiante que fazia o chão de pedra vibrar.
No centro da mesa principal, Kael ria de algo que