O pano de linho ensanguentado escorregou dos meus dedos dormentes, caindo na bacia de prata com um baque surdo que espirrou água morna sobre os meus joelhos. Eu tentei respirar, tentei formular uma negação, uma mentira, qualquer coisa que pudesse erguer o escudo de volta, mas a minha mandíbula estava trancada num rigor mortis de puro terror.
Achei que o Carrasco rugiria. Achei que ele me agarraria pelo pescoço, que rosnaria e exigiria sangue. Mas Soren não se moveu. O Rei de Obsidiana permanece