Angel
Damon apaga de repente. Um segundo ele está de joelhos, com o rosto colado na minha barriga, sussurrando que ama o bebê. No seguinte, o corpo dele desaba, pesado, ainda agarrado à minha cintura.
— Damon! — chamo, segurando nos ombros dele.
Nada. Ele está desacordado, respirando fundo, cheirando a uísque puro. Olho pra Pietro.
— Me ajuda. — peço, tentando segurar a parte do peso que eu consigo. — Damon bêbado é muito pesado pra mim.
Pietro se aproxima, passa uma mão pelo rosto, como se e