Enzo levantou e deu um passo brusco na minha direção, e por um instante achei que ele realmente fosse me atingir, tanto que parece que ar pareceu diminuir na sala.
Meu corpo tremeu, mas fiquei firme, encarando-o mesmo de frente.
— Vai fazer o quê agora, Enzo? — perguntei e quase que a voz sai trêmula, mas me manti firme, porque não podia deixar ele me intimidar — Vai me bater? Vai resolver tudo com a força, como da última vez?
Ele parou, respirando com dificuldade e apontou o dedo para mim
— Ch