Entrei no consultório e tudo estava tão silencioso ali dentro, que fiquei até assustado.
Mas quando virei com as mãos já quase arrancando os cabelos e rosto, vejo um menino pequeno sentado com uma postura impecável, movendo-se num ritmo lento, que assim que me viu, deslizou para a cadeira ao lado, como se fosse um convite para que eu ocupasse o lugar.
— Olá, Enzo — disse ele, sem desviar os olhos de um ponto fixo na parede
— Olá, você deve ser o Rafael. Obrigado por me ligar! Fez muito be