Ao tentar abrir a porta senti uma dor horrível num dos sítios do curativo, foi tipo um aviso agudo dos pontos nas minhas costas, mas a dor de ver Christine partir sem mim era infinitamente pior.
Eu precisava alcançá-la, sentir o cheiro dela, tocar aquela barriga e pedir perdão até que minha voz sumisse.
— Christine! — tentei chamar, mas minha voz saiu falha, abafada pelo vidro.
Eu já estava com a mão na maçaneta, forçando o corpo para fora, quando a mão da minha mãe pousou sobre o meu