— Escuta, menina — Irma segurou meu braço antes que eu atravessasse a rua. — Está brincando com fogo.
— Já brinquei pior. — murmurei sem olhá-la.
Ela me puxou de volta, com o olhar cansado, mas firme em sua palavra
— Viver com um homem cheio de buracos por dentro… é cavar o teu próprio túmulo, Christine. Tu não curas o que ele carrega, só apodreces junto.
Fiquei parada, mas não respondi
Talvez nem pudesse
Se dissesse qualquer coisa, talvez chorasse… e eu estava cansada de chorar,