Não precisei levantar a voz, meu olhar dizia tudo.
Ela sabia que tinha cruzado a linha.
continuei de pé, encarando-a como quem não recua jamais
Saí da cozinha com o coração disparado, os passos ecoando pelo corredor.
A raiva latejava no peito, como se cada batida fosse um tambor de guerra.
Mas de repente, senti um puxão brusco no braço e era Ana.
Ela me segurava com força, com as unhas quase cravando na minha pele.
_Você vai pedir perdão agora mesmo, Christine…Ou juro que conto t