Adeline
Dou alguns passos para sair do cômodo, mas sinto o toque suave de minha mãe na minha mão.
— Tem certeza, filha? Eu posso ir até lá e…
— Não se preocupe, mami — digo, acalmando-a. — Deixe que eu mesma resolvo isso.
Na sala de estar encontro uma senhora elegante em pé, observando cada canto do cômodo. Uma bolsa de grife está pendurada em seu ombro. O meu olhar cai na pulseira de esmeralda em seu pulso. Um sorriso brinca no canto da minha boca, e adentro o cômodo, atraindo a sua atenção pa