Adeline
— Não precisa — interrompo-a. — Obrigada, Élise!
Adentro o silencioso escritório de Vincenzo Vitale e, pela primeira vez, observo-o com atenção. Elegante. Sóbrio. Impecavelmente organizado. Meu olhar passeia pelas estantes repletas de prêmios, livros de administração e algumas fotografias. Uma delas chama a minha atenção. Aproximo-me e seguro o porta-retrato. Vincenzo sorri para a câmera de um jeito que jamais vi. É um sorriso discreto, mas verdadeiro. Seus olhos parecem mais leves, liv