Adeline
Na manhã seguinte...
Grávida? Não! Isso não pode estar acontecendo.
Pode, sim. O filho da mãe nem sequer se preocupou em usar camisinha naquela noite.
Encaro o teto. Ainda não são nem quatro da manhã, e eu já perdi o sono. E, como se fosse instinto, levo uma mão à minha barriga. É cedo demais para sentir qualquer coisa, mas ele pode estar aqui dentro, guardado, protegido dentro de mim. Respiro fundo e saio da cama logo em seguida. Tomo um banho rápido. Escolho uma roupa para ir à empres