Mundo ficciónIniciar sesiónAlbert, un joven pobre pero con una "suerte" increíble, se adentró en la jungla humana después de salir de un pueblo en el que vivían él y sus abuelos, logró ingresar a una universidad, Albert noble y sincero no estaba preparado para vivir una vida en la jungla humana. Abusado y excluido del resto por su gran pobreza, busca vivir en paz y tranquilo, pero gracias a su "suerte" gana medio millón de dólares en una lotería creyendo ser rico y así convirtiéndose en un derrochador de primera.
Leer másCAPÍTULO 1
Laura Strondda — Pronta? — ouço aquela voz vindo do meu lado direito e sorrio para minha cunhada, Fabiana. — Eu não tenho medo! No fundo, meu pai e meu irmão, me deixaram dar a palavra final, e aceitei com boa vontade esse acordo. Alexander Caruso é um bom homem, vem de família muito honrada que segue melhor do que a gente, muitos princípios. A máfia da Sicília tem regras rígidas. — me expressei, apertando os dedos e estralando para acalmar os nervos. — Isso na teoria, né? — Rebeca, irmã da Fabiana mencionou enquanto verificava as unhas. — Vamos, é melhor não atrasar! — Fabiana gargalhou ao dizer, então apenas sorri e segui com ela até o carro. Jamais quis um casamento arranjado, mas Alexander é tão prestativo e bom, que me fez pensar que isso não seria tão complicado como dizem. Quando chegamos, a igreja já estava lotada. Alex estava no altar me esperando, e senti um frio na espinha ao perceber que ele estava muito mais sério do que o normal... devo estar muito ansiosa para ficar vendo coisas que não existem, “o meu rosto deve estar exatamente, igual”. Quando meu pai me entregou a ele no altar, Alex deu um leve sorriso após segurar na minha mão, e respirei aliviada, “estava tudo bem!“ Senti a sua mão quente na minha, e mesmo de frente eu via de canto de olho como ele me olhava enquanto a cerimônia acontecia, deve estar ansioso para a lua de mel, assim como eu. Embora eu não precise de prova nenhuma do sangue no lençol, sei que na Sicília eles presam muito um casamento quando há pureza, e o fato de saber que não há divórcio, também me deixa um pouco apreensiva, mas ficará tudo bem. De frente para ele, sorri ao vê-lo declarar os votos olhando para aquele cabelo charmoso, levemente bagunçado, com proximidade àqueles olhos castanhos marcantes e a barba tão perfeitamente desenhada no seu rosto de pele tão perfeita. Na minha vez também fiz questão de olhar nos seus olhos, na máfia siciliana eles presam muito a confiança, não pode haver adultério, pois se você é capaz de trair, quem confia em fechar os olhos e dormir ao seu lado, você não é digno de confiança de ninguém! Quando acabou, senti aquele calor absurdo que tenho sentido toda vez que ele me toca. Alex me beijou como nunca, ignorou os aplausos depois do “sim”, me soltei nos braços dele e pela primeira vez relaxei, enfim estava com o meu marido, a quem eu poderia confiar a partir de agora. O meu corpo inteiro arrepiou, senti algo estranho e aquela compressão no meio das pernas voltou, “estou louca para saber como será ter um homem ali, e será hoje!“ Quando ele me colocou em pé já estava atordoada, olhei para aquela igreja lotada ficando sem graça, mas logo tudo ficou leve e divertido. Alex se afastou para fazer algumas ligações e aproveitei para me despedir da minha família, pois ficaremos quinze dias na Sicília, (onde ele morava antes vir para Roma), em lua de mel. — Vamos? Já está pronta? — ele perguntou ao se aproximar, encostando aquelas mãos quentes na minha cintura, por trás, e me controlei para não demonstrar a minha ansiedade na frente dos meus pais. — Sim, só preciso buscar as malas no carro do meu pai... — Ah, pode deixar, eu faço isso! — como sempre, ele logo se prontificou, me fazendo sorrir novamente. Me despedi da minha mãe outra vez, e então fui até o carro do Alex para irmos até o avião. Quando entramos no jato dele, estava calado. Acabei encostando a cabeça no assento e cochilando. — Laura! — acordei com ele me chamando e levei um susto. — Chegamos! Se apresse! Tirei o cinto e me levantei. Um homem de preto que veio com a gente, carregou as minhas coisas depois que cochichou com o Alex, e então fui entrar no carro e ele abriu a porta de trás e quando entrei ele fechou, “ué? Não vai sentar comigo?“ Pensei quando o vi ir na frente com o motorista. Fiquei na minha, deve ser alguma conduta rígida da Sicília ou relacionado com o seu cargo de Capo-regime... não demorou nada, percebi que entramos num lugar de muros altos e portão automatizado, havia outros homens de preto lá dentro. Alex desceu e não abriu a minha porta como de costume, então eu mesma abri. Porém, quando me viu o seu rosto se transformou. — Porque abriu a porta? — estranhei e sorri. — Você está realmente engraçado, hoje! — recebi um olhar pesado, e por um momento voltei a sentir aquele frio na espinha, “o que tem de errado?“ Pensei. — Pegue as suas coisas e me espere no quarto, a Magnólia vai te acompanhar! — olhei para o outro lado e vi uma mulher com base de uns trinta e cinco anos de cara fechada, então fiquei observando e ele não entregou as minhas coisas, eu tive que pegar no porta-malas. Havia muitos homens lá fora e não quis conversar com ele ali, então entrei conforme ele me pediu e fui até o quarto. “Ele parece ser mais rico do que imaginei”, pensei ao olhar tudo em volta. Comecei a tirar os sapatos e depois me olhei no espelho para retirar o véu e os grampos do cabelo, quando ele entrou. — Alex, o que está acontecendo? O que aconteceu com você? Não estou entendendo! — perguntei ao me virar para ele. — Nada! — ergueu a minha mala que estava aberta do chão, deixando com que as minhas roupas espalhassem como se não fossem nada. — Sou Alexander Caruso, e não o idiota com quem pensou que casou! Não espere nada de mim! — atacou a minha mala com força no chão. — O que é isso? — fiquei paralisada, vendo o seu olhar de desprezo sobre mim, um olhar que jamais havia presenciado, antes. “Que merda era aquela?“ — Tire as roupas e deite-se na cama! — O quê? Acabamos de chegar, não comi nada, nem conversamos, eu... — Cale a boca! Já aguentei demais a sua reclamação, mulher minha faz exatamente tudo o que eu mando, e acabou! — apertou o meu queixo de repente e com força, foi empurrando o meu corpo até a cama, e sem reação senti quando caí sobre o tecido macio do lençol. Eu me gelei por inteira, o olhei assustada, começando a entender o que havia acontecido. — Você... me enganou? Traiu a minha família, traiu a corporação? Porque fez isso, quando te dei toda a minha confiança? — perguntei calmamente, sentindo a minha pele arrepiar, as unhas encostando na palma da mão e os dentes doerem ao comprimirem um no outro... a raiva já me dominava, faltava muito pouco para que eu perdesse o juízo. — Pare de se fazer de ingênua, porque não combina com você! Não sou idiota, sei de tudo o que fez, e não vou cair na sua conversa! — esse homem não me conhece para dizer algo assim, precisaria ser esperto demais para saber o que faço nas horas vagas, ele deve estar falando de outra coisa... — Do quê está falando? Eu... — Se não calar a boca e me respeitar, as coisas vão ficar piores! Te aconselho a engolir o seu orgulho de garota mimada e traiçoeira e me obedecer! Agora tire esse vestido horroroso e deite-se, porque quero o que é meu! — tirou o blazer com raiva e arregalei os olhos. — Paguei um preço absurdo para ter você, e se não cooperar... — bateu palmas duas vezes e uma televisão na parede ligou, olhei e vi uma imagem da cabeça do meu pai no escritório de casa, então o meu juízo esvaiu. — MALEDETTO! MALEDETTO TRAIDOR! EU ACABO COM VOCÊ! — levantei com força o empurrando e gritando com ele, sem acreditar que fui enganada a esse nível. — MALEDETTO! MALEDETTO. — ele gargalhou ao invés de se defender, então a porta foi aberta com força, era um soldado de preto. — Meu Deus, o que está acontecendo, aqui! — o soldado perguntou apavorado, olhando para todos os lados. — RETIRE-SE DO MEU QUARTO, AGORA! — Alexander gritou e o homem pareceu em dúvida, me lançou um olhar preocupado, mas virou as costas obedecendo ao Siciliano, que nesse momento tirou uma pistola da cintura e disparou no soldado, que provavelmente caiu morto no chão, pela quantidade de tiros. — LIMPEM ESSA MERDA! — Gritou para outros soldados e voltou a fechar a porta, agora com a chave. Levantou a pistola para mim. — Tem dez segundos para ficar nua! — olhei aquela arma e pensei que fui muito idiota, mas não seria mais... — Vai para o inferno!Un día Albert sumido entre el aluvión de tareas, el pensar en que muchos de sus compañeros no hablaban con el, el sentir que todos en cuanto podían le evitaban se sintió solo, de hecho en la universidad aprendió que no todo se puede hacer solo y que dependían de un trabajo conjunto entre todos los que fueran posibles para desarrollar proyectos o actividades similares.Él se dio cuenta que no contaba con los amigos que el abuelo describía en algún momento mientras camina por el bosque sosteniendo la mano de su nieto, consciente ahora de que no era pudiente y que en la ciudad se necesitaba tener dinero, también era evidente que en la universidad en la que estaba importaba aún más y en base a eso se establecían jerarquías que el notaba.Pensó y pensó durante largos días en soluciones para cambiar esto, deseaba tener ingresos aparte de los que le asignaban, poco a poco empezaba a desarrollar un trastorno, lógicamente habían pasado meses desde la última vez que se había puesto a pensar que
Albert paso los siguientes dias entre idas y venidas, entre ajetreos constantes y con tiempo apenas para completar con su rutina habitual, los moretones poco a poco iban desapareciendo siendo reemplazadas por el color caracteristico de su piel, las cosas habian cambiado en la universidad, el nuevo director general era despreocupado, la mayor parte del tiempo las decisiones eran delegadas al consejo estudiantil, la universidad parecia un sitio experimental para los herederos de las grandes fortunas de aquel pais, casi todos los estudiantes pertencian a la "alta sociedad" excepto Albert, quien seria el unico que no encajaba en todo el sistema, sin embargo al ser solo una persona poco o nada importaba en realidad, pese a que los ultimos incidentes habian mermado la imagen institucional, les bastaba con que las familias mas grandes fueran los principales colaboradores, por lo que debian crear y construir lo que fuera necesario para que los estudiantes de esta institucion tuvieran un fut
Albert penso en que decirle a la vicepresidenta, se sintio conmovido, las lagrimas eran reales a sus oidos, decidio entonces ir a buscarla, fue preguntando a todo aquel que pasara frente a el, no queria ser el villano de una historia mal contada, busco y busco pero no la encontro por ningun lado, entonces en medio de sus pensamientos y sumido en el pasado como era su costumbre recordo al abuelo:"era un dia soleado mientras ambos corrian por las montañas, el abuelo tenia una pequeña granja de animales, ese dia fueron de manera rutinaria a recoger hierbas para los animales de la granja, mirados desde ahi los prados se veian maravillosos, en el horizonte se contemplaban nubes grises augurando una tormenta, el calor hacia que el viento incluso cesara por momentos, fueron a una especie de valle, la forma de las piedras era tal que ideo historias en torno a ellas, mas adelante una catarata emitia un ruido que calmaba el corazon, las rocas de esta catarata eran bl
la voz se escuchaba suave y alegre, parecia amistosa, albert se detuvo y ahi paro, oyo el llamado, gracias a que albert llegaba temprano a clases podia darse tiempo para hablar con cualquier persona, sin embargo esto era dificil para el, ya que no habia con quien charlar, debido a esto solia esperar, sentado en el salon de clases que todo empezara, todo parecia aburiido y no le prestaba atencion a las cosas hasta que las clases empezaran, ese dia al menos fue diferente para el, la vicepresidenta le dirigia la palabra, se sentia apenado e incomodo por los sucesos recientes que habian protagonizado, ella le tomo la mano sin precio aviso, esto sorprendio mucho a Albert, sintio un jalon suave de ella pero no movio ni un centimetro, era obvio el comparado a ella en dimensiones corporales era la mitad de lo que Albert era. Lilian al ver que no conseguia llevarlo por la fuerza, lo miro fijamente mientras sus ojos se empapaban de lagrimas silenciosas, el la vio y antes de que este pudiera d
Último capítulo