27. Manhã seguinte.
Acordar naquela manhã tinha sido uma luta. Meu corpo inteiro doía, como se os sonhos da noite anterior tivessem sido tão intensos que se transformaram em pesos sobre meus músculos. Tive sonhos lúcidos, vívidos demais, onde imagens de portas douradas, florestas antigas e vozes distantes assombravam minha mente. Mesmo acordada, essas memórias pairavam no ar como uma névoa persistente, tornando difícil separar o que era real do que era ilusão.
Suspirei fundo, tentando espantar o cansaço. Hoje se