Janne di Santis
Um carro preto comprido e luxuoso estava parado na frente do apartamento de Dulce e todos que estavam na rua olhavam pra mim e cochichavam. A rua estava bem mais cheia que o habitual. A fofoca de que eu estava grávida, agora iria criar pernas, cabeças e braços. A minha sorte era que ninguém pagava as minhas contas.
Entrei no carro e Fabricio fechou a porta, autorizando o motorista a partir. Arrumei o véu que pinicava meus braços e senti o estômago embrulhar.
Drogä!