DUDA NARRANDO:
— Não mente para mim, Duda. Eu senti o seu corpo, o seu beijo. Você gostou. Eu vejo nos seus olhos o quanto me quer.
Ele avançou mais uma vez, e eu tentei me afastar, mas minhas costas bateram contra a parede.
— Você é louco! — cuspi, tentando soar firme, mas minha voz saiu fraca. — Para mim, aquele beijo não significou nada. Já tive bocas muito melhores!
Um sorriso perigoso surgiu em seu rosto enquanto ele me prendia contra a parede, sua presença tão próxima que eu podia sentir