GISELE NARRANDO:
Era uma terça-feira como qualquer outra, e o bar estava bem mais tranquilo do que o usual. Eu trabalhava com alguns rapazes que ficavam no atendimento das mesas, e Jéssica, a namorada do Afonso, o dono do bar, me ajudava no balcão. A gente se dava bem, e embora o trabalho fosse cansativo, com ela ao lado as noites passavam mais rápido. Mas naquele dia, o movimento estava tão fraco que Afonso me liberou mais cedo.
Eu olhei para o relógio e sorri, onze horas. Isso era raro.
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