DUDA NARRANDO:
Bati na porta do quarto de Gisele, e logo ouvi sua voz suave de dentro.
— Pode entrar.
Abri a porta devagar e entrei.
Gisele estava em frente ao espelho, ajeitando o cabelo e se preparando para mais uma noite de trabalho. Sempre achei que ela tinha uma beleza simples, mas ao mesmo tempo cativante. Seus movimentos eram rápidos, práticos, como se já estivessem habituados à rotina de se arrumar para o turno no bar do urso.
— Gisa... — comecei, enquanto me aproximava da cama. — Eu e