Stephen parou o carro próximo ao prédio em que Serena morava. Ajudou-a a abrir o cinto, debruçando-se sobre ela. A proximidade dos corpos trouxe um súbito calor em seu rosto. Tocou-lhe a barriga, cuidadosamente.
Quando a mão de Serena colocou-se sobre a dele, sentiu uma emoção indefinida. Sorriu para ela, com ternura, e mal percebeu que seus lábios se aproximavam.
O roçar suave de lábios durou pouco. Stephen afastou-se, parecendo embaraçado:
— Desculpe, Serena. Acho que é a força do hábito.
Ser