Enquanto ele observava Serena, sua paixão, sua vida, ouvia agora a voz de Lipe, cantando uma canção brasileira sobre a necessidade de amar as pessoas como se não houvesse amanhã. Era isto mesmo. E admirar aquela mulher, a “sua” mulher, com seu filho no ventre que já se destacava, “seu” menino, como o médico informara no dia mágico em que acompanhara Serena para fazer as ultrassonografias de praxe, dava-lhe um orgulho de macho, absolutamente ancestral.
Sentira o coração transbordar naquele momen