“Acorda, Elo, acorda” A voz do meu irmãozinho soa urgente e ansiosa enquanto ele sacode meu ombro. Abro os olhos, mas a visão ao meu redor é turva, tudo parece enevoado por uma sensação de medo crescente que começa a se espalhar no meu peito. Eu mal consigo respirar.
“Onde estamos, Thor?” pergunto assustada, olhando envolta. O lugar é sombrio, com paredes de pedra bruta e irregular, cobertas por umidade e musgo que exala um cheiro pungente e desagradável.
Ele me encara, seus olhos arregalados e